Esse funciona

28/09/08 at 22:08 (pessoal) (, , , )

Há algum tempo estava procurando um jeito de burlar aqueles sites que só permitem você acessar se você estiver dentro dos EUA. Já tinha tentado alguns proxys, mas nenhum funcionava direito. Graças ao lifehacker, achei um programa que funciona: O Hotspot Shield. Ele cria uma VPN (virtual private network) entre o seu pc e o servidor deles, que fica nos EUA. Dessa forma, é possível assistir aos vídeos do hulu.com ou da ABC. Eu testei nos dois sites e funcionou sem problemas. Duas coisas importantes:

  1. o instalador do programa, que chama Hotspot Shiled, tenta instalar um monte de tralha como barra do yahoo e outras besteiras,mas vc pode recusar que ele instala o hotspot sem problemas
  2. Quando vc se conectar, ele vai pedir para você escolher um tópico, e vai ficar te mostrando propagandas daquele tópico, em cima da página, mas uma vez que a página carregou, tem um x, para você fechar o banner.

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A Besta de um Bilhão de Traseiros

28/09/08 at 15:35 (pessoal) (, , )

Acabei de ver o longa A Besta de Um Bilhão de Traseiros, feito agora que a série parou. O fato de que um desenho animado, mesmo sendo do über famoso Matt Groening, conseguir Stephen Hawking para fazer uma pontinha no desenho, representando ele mesmo, já deveria indicar o calibre e da série. Nesta história, uma fenda interdimensional aparece no espaço, e todos se perguntam o que poderia existir do outro lado. Descobrimos que pior do que um monstro intergalático, cheio de tentáculos e com propensões a dominar o universo é um monstro intergalático cheio de tentáculos com propensões a dominar o universo porque está carente e ninguém liga para ele.

Ainda sobre Futurama, achei muita boa essa solução: ao invés de continuar com a série, e possivelmente desgastar os personagens, eles lançam um longa de vez em quando.

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iPhone, Steve Jobs e outros devaneios

27/09/08 at 13:46 (pessoal) (, , , , , )

Eu estava discutindo com uns amigos sobre o início da venda do iPhone no Brasil e me dei conta de como a Apple, ou seu criador, Jobs, tem uma força preternatural de vender seus produtos, e de convencer de que eles são únicos, incomparáveis, inovadores, supercalifragilista e expialidouciamente essenciais para uma vida boa e feliz. Cada um destas inestimáveis obras de arte da tecnologia moderna é o Pan Galactic Gargle Blaster que faz com que as agruras do dia-a-dia desçam como se fosse a mais suave das ambrosias. Aliás esse é um fato tão recorrente, que já criaram até uma expressão para isso, é o “Campo de Distorção de Realidade de Steve Jobs”, Reality Distortion Field, ou RDF em inglês.

Aqui estão os fatos: existem duas operadoras no momento que vendem o aparelho, a Claro e a Vivo. A primeira vende o aparelho na faixa de 2 a 2,8 mil reais. A questão é: quando que alguém pensou que seria razoável vender um celular por quase 3 mil reais? É possível comprar um computador inteiro com esse dinheiro.

Mas será que o iphone é algo tão brilhante e que compensa tamanho sacrífício? Antes dele, ninguém falava algo do tipo “Eu tive que comprar lá fora, e destravar, e ficar procurando por novas falhas de segurança para continuar usando, mas eu adoro meu Palm” ou algo do gênero. Realmente o aparelho é uma inovação em alguns sentidos, eu mesmo tenho um iPod touch, pq queria brincar com ele. Mas eu não estou disposto a gastar fortunas, como já gastei no passado, por algo que me impõe mais restrições do que qualquer outro aparelho. Por isso que não pretendo comprar um celular da Apple tão cedo.
Pense por outro lado, se fosse a MS que tivesse lançado o aprelho com as mesmas restrições que ele tem hoje, já teríamos uma horda de pessoas afogando-nos em críticas e ofensas às praticas da microsoft.

Talvez isso aconteça porque a Apple percebeu que o mais importante em um computador, portátil ou não, é a pessoa que o usa. Então ela ativamente tem feito todo esforço para que usar um computador seja uma coisa divertida, como acontece no cinema, em que tudo é 3D, e os programas fazem barulhinhos engraçados e piscam e pulam por aí. A MS tá sempre por aí dizendo que vai fazer o melhor computador que você já viu, e que vai fazer muito mais do que você sempre quis, mas será que eles alguma vez pararam para perguntar o que a gente queria? o Mac vem direto da fábrica com várias amenidades para facilitar o uso: vem com programas para organizar sua música, suas fotos, editar aquele vídeo de aniversário da sua avó, com um dicionário, agenda de contatos, calendário e muitas outras frivolidades, que acabam se tornando úteis no fim do dia. O que vem com o windows? Você tem o notepad, o paint, e o wordpad que vêm desde as primeiras versões. Somente no Vista foi adicionado um calendário e um organizador de fotos. Ah, nem adianta falar no Movie Maker, o próprio Bill Gates não conseguiu instalar a coisa mesmo depois de muito esforço, e ele é o dono da empresa.

Esse é um ponto em que o Linux poderia ter deixado a concorrência comendo poeira. Eles tem o código completamente aberto, e milhares de distribuições diferentes do sistema. Por que não tentar as idéias mais estapafúrdias e ver no que dá? Vamos fazer um sistema operacional com gestos usando um mouse 3d, ou um reconhecimento de voz que funciona de verdade, ou com movimentos do nariz e da orelha, qualquer coisa, não tem nenhuma grande empresa dizendo “Você não pode fazer isso e aquilo!”, o único limite é a sua imaginação. Eu acho interessante que apenas o Ubuntu usa o lema “Linux for Humans”, se não para humanos, para quem vai ser? Para os Vogons ou para os Borgs? Eu admito que só conheço um punhado de distribuições, e com certeza são as que recebem mais atenção da mídia, mas ela atraem atenção por algum motivo, não é?

Com certeza a Apple realmente teve um breakthrough na interface para o celular. E no desktop também, tanto que muitos outros copiam o estilo até hoje. Eu acho triste que ela use essa inovação como alavanca para que as pessoas aceitem as práticas da empresa.

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Legado das Estrelas

21/09/08 at 14:04 (pessoal) (, )

Também conhecido por “Como aquela merda de Smallville poderia ter sido uma das melhores séries de super-herói, mas não foi”. A mini-série O legado das estrelas, em inglês Birthright, que diga-se de passagem é título muito mais forte do que a versão traduzida, reconta a origem do Azulão, dando um caráter muito mais humano ao personagem, explicando um pouco porque ele resolveu vestir a cueca por cima da calça, e se transformar no herói com o S no peito.

Com roteiro do fabuloso Mark Waid, e desenhos de Leinil Yu, essa nova origem traz alguns elementos da série para a origem do herói nos quadrinhos, mas apenas as coisas boas. Clark conhece Lex em Smallville, e eles tinham uma certa amizade, considerando que ambos eram párias na cidade. Os pais de Kent são bem parecidos com os do seriado, e tem a mesma faixa etária. Como bonus, temos Lana Lang como a garota fútil que todos nós queríamos matar, mas que é ruiva, ao invés da versão da tv. Claro que isso deve ser uma interpretação minha, além do mais porque ela só aparece umas duas vezes no comecinho da história. Outro ponto muito bom é mostrar um momento das viagens de Clark pelo mundo, antes de decidir vestir a farda de super-herói.

Apesar de concordar completamente com esse artigo que mostra categoricamente como é impossível fazer uma história a longo prazo de alguém super-poderoso com o super-homem, eu acho que Waid e Yu fizeram um trabalho excelente em recontar uma história que todos nós conhecemos e que vale a pena ser lida. Se a série tivesse sido feita nesses moldes, tavez tivéssemos 2 ou 3 (no máximo) temporadas de uma hitória genial, ao invés de oito insuportáveis enrolações de Dawsons Creek com super poderes que é o desperdício de tempo, espaço e dinheiro que chamam de Smallville.

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Eureka

14/09/08 at 18:14 (pessoal) (, , )

Algumas frases geniais que eu ouvi esse domingo, enquanto assistia a segunda temporada de Eureka:

  • Uma bactéria estava transformando todos os metais da cidade em Ouro, e os habitantes mais ambiciosos da cidade não viam um problema nisso, até lembrarem que os fundamentos da cidade são de metal o que faria de Eurka:

Rich and highly unstable, like Paris Hilton

  • Em um outro episódio, a cidade está enfrentando a catástrofe da ocasião, que não é facilitada pela discussão entre Zane e Fargo para ver quem é o melhor hacker, sem falar em quem deveria sair com a adorável Josefine, quando ela solta a seguinte pérola para que eles parem com toda essa coisa de “cospe aqui”:

Boys, there’s plenty of backdoor access for everyone

A série continua bem divertida, apesar de alguns plot holes aqui e ali. Vou começar a assistir o que saiu da 3a. temporada agora.

***

In other news, também aproveitei o fim de semana para terminar de ver The Middle Man, uma ótima adaptação dos quadrinhos que fez sua estréia no mid season dos EUA. Se você acha que o mundo deveria ser invadido por cientistas malucos, zumbis, ou lutadores de luta livre que sabem kung fu, você tem que assistir essa série.

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De volta ao FF

9/09/08 at 7:57 (pessoal) (, , , )

Eu usei o Chrome por uma semana e devo dizer que foi uma experiência muito boa. O browser é realmente muito rápido, só ficou unresponsive uma vez e tem uma interface bem simples de usar. Meus problemas foram:

  1. Não tem search bar. Eu tentei, tentei mesmo, mas acho um porre ter que digitar “wiki” ou algo do gênero para procurar na wikipedia. Eu podia colocar uma letra para cada search engine (como o Opera sugere), mas eu acho confuso.
  2. Não tem detecção de feeds. Outro ponto forte que foi completamente ignorado. Não detecta, não visualiza, não faz nada. Na visão do chrome feeds são só um xml estranho que é cuspido na sua tela.
  3. Plugins: Ficou em terceiro lugar pq não se pode esperar que uma coisa que saiu semana passada tenha as milhões de extensões que o FF tem. Mas aparentemente não existe uma arquitetura para expandir facilmente as funções do browser, como existe no FF ou no Eclipse (que não é um browser, mas tem uma excelente arquitetura de plugins). Em alguns casos esse problema é aumentado, como no caso do TwitterFox, pq simplesmente *não existe* cliente de desktop decente para o Twiter.
  4. O corretor ortográfico que não desliga, e não pode adicionar palavras novas é uma apurrinhação.

Algumas coisas como o ponto 2, tem workarounds, como um bookmarklet para detecção de feeds, mas são só isso: gambiarras para contornar um problema.

Por esses motivos, voltei para o meu bom FF 3. ;-)

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Japão

6/09/08 at 8:02 (pessoal) (, , , )

O único lugar em que é mais fácil comprar as coisas nativas fora do país de origem. Sério. Eu já tava achando o cúmulo ter que encomendar o dvd do Dororo a partir do YesAsia ( que a Ana tão gentilmente me recomendou), já que eu estou na porcaria do país que fez a droga do filme. Mas tudo bem, qualquer coisa por legendas em inglês. Não vou nem levantar o fato de 99% dos filmes aqui não terem *nenhuma* legenda. Enfim, estava lá na página de checkout, quando uma mensagem diz que não pode enviar para o destino que eu escolhi, o respeitável Keio Plaza Hotel, no centro comercial de Tóquio. Quer dizer, não só eles se negam a fazer a m%$#& das legendas em inglês, como eles te proíbem de trazer um dvd que tem as legendas para dentro do país. Não me admira que o único jeito de assistir anime sem saber japonês, e sem aguentar as propagandas de barbie do cartoon network, seja baixando da net. Você praticamente tem que matar alguém para conseguir o material, tipo “Eu quero comprar o seu produto, pq você não quer que eu gaste o meu dinheiro com você?”. What the poha acontece com essas pessoas? Seriously.

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Ídolos

5/09/08 at 0:08 (pessoal) (, , , , )

Não, não é sobre aquele programa do SBT, se você estava atrás disso, google é seu amigo. Não coloco link aqui, justamente por isso. Tirei esse texto de uma thread de discussão com uns amigos meus sobre autores preferidos.

Eu adorei os livros do Pratchett desde o primeiro, mas admito que era bem pastelão, abusando dos clichês de fantasia medieval. Com o tempo, o humor, e a própria forma de contar a história vai definitivamente ficando mais refinada. Um ponto claro disso é Small Gods, 13o. livro seguindo a ordem cronológica, que é definitivamente um dos meus preferidos.

Eu tenho alguns ídolos, autores de que gosto de tudo que eu li deles:
-o próprio Pratchett
William Gibson
Phillip K. Dick
Eu gosto muito do Gaiman, e as últimas obras dele tem sido muito boas, ótimo exemplo disso é Anansi Boys, simplesmente ótimo. Ele dá muita sorte quando escreve junto com outro escritor, dois exemplos claros disso são Good Omens, escrito com Pratchett, e Interworld, escrito com Michael Reaves. Os dois são ótimos, e você percebe as idéias do Gaiman e a narrativa fica ao encargo do outro escritor.
Um escritor que eu estou começando a ler as coisas dele e que eu estou gostando bastante é o Orson Scott Card, li Ender’s Game, que é genial, apesar de alguns clichês de sci-fi, e estou lendo Speaker for the Dead, que é bem interessante.

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read bag

4/09/08 at 8:47 (pessoal) (, , )

Sabe aquele vídeo do youtube que simplesmente não dá para ver no escritório? Para essas ocasiões, readbag é perfeito. Um serviço super simples que armazena links para que você possa lê-los depois. Eu achei fantástico, pq o meu método anterior era mandar emails com os links para a minha conta no gmail. Outro benefício é que você se loga com a sua conta do google, e depois pode mandar o link para dezenas de redes sociais, postar num blog ou mandar por email.

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Google Chrome

3/09/08 at 8:22 (pessoal) (, , )

Minhas primeiras impressões sobre o Chrome:

  1. O instalador precisava ser tão demorado? e conectar com a internet e fazer sei lá mais o que? Sério, demorou bem uns 5 minutos para o negócio terminar.
  2. Eu quero a minha search bar de volta! eu não quero ter que digitar “wikipedia” + tab para procurar na porcaria da wikipedia. Ainda mais em tempos de Ubiquity. Se não querem um campo de texto só para pesquisas, criem um atalho, ou coisa do gênero.
  3. Tirando essas duas coisas chatas, o browser é realmente muito rápido, o javascript é quase imperceptível, e algumas páginas simplesmente aparecem na sua frente, antes que você perceba.
  4. O Task Manager é outra coisa bem legal, para descobrir o quanto de memória a criança tá mastigando
  5. A integração com o Google Gears é bem legal, fácil e rápida
Só mais uma coisa: precisa de add-ons. Se não tiver um cliente de twitter, um download manager mais parrudo como o DownThemAll, e outras facilidades, o clima de novidade acaba e todo mundo volta para o FF, Opera ou browser de sua preferência.

 

Não relacionado com o Chrome, mas com o Big G,  vamos acabar com essa história de advinhar aonde eu estou? Eu não quero acessar o google.com.br ou o google.co.jp. Eu quero a porcaria do site que eu digitei: google.com. Chega.

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